sábado, 26 de dezembro de 2009

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Sinto uma felicidade enorme em não ter razão nenhuma para tal ou do contrario, um estado neutro e às vezes perturbador, mas só às vezes, quando paro para racionalizar o meu estado e o quanto a um tempo atrás o sentido de tal forma tão estável me faria contorcer por dentro, em minha alma. O vazio de sentidos que não me deixa sentir por não sentir nada, somente uma leve incomodação, racional. Sentidos de fronte a alma. Nada, nada, sentimental. Nesse corpo que se seduzia ao instável e por vez mais estável de todos. E enquanto a mente trêsgela só de pensar em pensar já me dói de mais por intenso a alma .

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

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É a facilidade com a qual mudo de idéia, lhe digo, minhas idéias são fracas. Frágeis demais para enfrentar os ventos do sul. Sempre diversificando, contrariando umas as outras. Sempre em eterna construção.

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E ele se torna um pretexto para viver um dia a mais no mundo. Para me ter na vida um dia mais que o que planejei. Toda essa minha junção de carência e serventia ao próximo me deixa mais uma vez aqui nesse paradoxo de cada dia numa caminhada imperfeita assentada com sentimentos que passam-se em contra mão. Pergunto-me – era o que eu realmente precisava? Deste pretexto para viver. Houvera de que não tenho realmente coragem para me despir do mundo. E então o procurei como uma ultima saída? .Confesso, nossos tantos incomuns me deixam tão bem acompanhada, menos só, talvez. É assim que prefiro pensar, preciso, alias. - Mas o que virá depois? - Isso não me importa tanto, hoje, agora, o amanhã virá e é só uma questão de tempo. Amanhã pode ser tudo tão mais desgostoso que antes de ontem, porém é hoje que me importa e é agora neste instante que sinto-me segura e um pouco nervoso, confesso, porém não tão só quanto antes de ontem, hoje encontrei um pretexto, rezo para que amanhã haja um outro, mas se não houver, que seja, o que tiver de ser será.

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Se houvesse uma forma fácil de me desprender dessa vida teria me desfeito dela desta melhor forma. Vejo que estou tão preza a ela por meio das pessoas e meus sentimentos acabam estragando meu descanso eterno, tão pouco já vive e tão pouco prezo por minha vida, viver não é tudo. Não tudo o que eu sempre quis, na verdade ainda não sei o que sempre quis, tenho o que me deram e nada que verdadeiramente tenha corri atrás. Tenho lagrimas nos olhos, cansaço interminável pela humanidade, medo do futuro que desprezo e o sentimento de falta que me faz sentir tão presente.

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De certa forma não vivo o agora, estou aqui, porém não estou. Penso no amanhã enquanto estou no hoje, porque amanhã eu creio cegamente e forçadamente ser o dia de minha glória, estabilidade emocional, um amanhã de conquistas. Um amanhã controverso.  E seja qual o for meu amanhã e se minhas metas estarão a clarão nele ou não, de nada verdadeiramente me importa as conquistas e futuras decepções, somente o que espero é estar no amanhã independente de como esteja quero estar para vivê-lo mesmo que nele esteja novamente esperando por um outro amanhã.

Este é meu começo – apresentação – introdução.


Não pretendo escrever sobre coisas que lhes chamem a atenção,coisas interessantes, fictícias. Não se engane, se este é um de seus objetivos para com aqui sinto dizer-lhes que perderá tempo. Não sei sobre o que exatamente estou escrevendo até terminar e então sim ler o feito, sou péssima nisso, sou péssima em títulos, sou péssima em explicações claras. Para mim tudo cairá muito complicado em minha mente, tudo tão complexo. Para mim, praticamente não existe o obvio e se existe não consigo vê-lo ou pode ser até que ele se esconda de mim e francamente espero que assim continue apesar de algumas boas desvantagens tudo tem o seu preço e eu os aceito. Porque há uma grande parcela de culpa minha em ser como sou, ver como vejo, a minha demência foi uma opção minha, um ser desajeitado e muitas vezes sem nexo. E por fim, gosto de tudo isso que me tornei. E por ultimo, digo-lhes meus conhecidos, esta é uma de minhas muitas tentativas de fazer com que mais este blog não dure tão pouco tempo por falta de idéias, preguiça talvez. Aqui deixarei as palavras escorregarem sem restrições, fluem e se soltem como quiserem. Idéias soltas por mais banais que sejam. Este será meu recanto de banalidades, inutilidades. E então quem sabe num efeito contrário, tentando decepciona-los o máximo possível eu acabe me satisfazendo. Essa é por enquanto, até aqui minha única meta.